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  Regras do Blog | Perfil do tpadua 20 de novembro de 2018  


30/10/2018
"Eu me basto - Por Jacob Fortes

Jacob Fortes de Carvalho, de Sobradinho

Na literatura de administração há um singular “estudo de caso” que traduz bem a postura do Partido dos Trabalhadores, PT.

Comum é ouvir-se alguém dizer: eu me basto. Trata-se no caso de alguém autossubsistente, que subsiste independentemente de tudo que lhe seja externo. Pessoas assim se acham portadoras de sabedoria extrema, se exaltam para fazer valer as próprias razões, não aceitam que lhe pisem os calcanhares e quando cometem erros são estes atribuídos a terceiros. Porém, a verdadeira sabedoria sugere que todo ente, privado ou público, tenha disposição para obter informações acerca do seu desempenho. É, em síntese, a realimentação, o termômetro que possibilita avaliar o efeito da atuação de A sobre B. Naturalmente é mais fácil aceitar impressões favoráveis do que negativas. As informações desfavoráveis são mais valiosas porque ensejam a oportunidade de correção, de melhoria.

Pois bem, o PT desmoronou porque negligenciou com tudo isso, vitimou-se da presunção de achar-se onipotente, onisciente, onipresente.

As ruas gritavam pedindo cirurgia e o PT, (com a presunção de quem tem o condão de receitar, em gabinete fechado, aquilo que supõe ser melhor para os outros) prescrevia fontol ou cibalena. Os gritos que partiam do alto da tribuna, alardeando malfeitorias ou navio sem bússola, o PT repelia com força, relativizava, tergiversava, glorificava suas imperfeições. De tanto negligenciar com a assepsia a água do rio ficou poluída. Enfim, não quis o PT saber o que os outros pensam dele. Agora, diante dos destroços o PT (revivendo a lenda do espelho) poderá dizer: “espelho, eu passei minha vida inteira me digladiando com milhões de inimigos e agora, que estou exaurido, alquebrado, descubro que na verdade eu só tinha um único inimigo: eu mesmo”.

Mas, como dizia Saramago, “não há desdita que se furte ao dever de prestar um favor”. O aprendizado quando não vem pelo amor, vem pela dor. Quem sabe agora o PT, (se optar por transferir-se do sete estrelo, para a terra), possa entender que ninguém é herói só pra si e que mais vale salvar-se pela critiquice que arruinar-se pelos elogios.

Nunca é tarde para reconhecer passados erros e aplicar a estes robustos procederes de reciclagem.

Sobre esta critica, sob a forma de análise, que faço ao PT não há odiosidade.




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