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Quem ultrapassou os limites? - Ruy Telles

A decisão do presidente Jair Bolsonaro em libertar o deputado Daniel Silveira, fez com que houvesse uma série de interpretações, principalmente, pelos que estavam torcendo contra o presidente. O DráculaTemer, saiu do sarcófago, a luz do dia, com a seguinte alegação: de que Bolsonaro deveria  suspender o perdão até que a sentença de 8 anos e 9 meses de prisão de Daniel Silveira tenha transitado em julgado. Recebeu um sonoro NÃO, por parte do presidente (recorrer para quem?) que ele deveria fazer, era começar a distribuir vacinas antirrábica, pois o seu protegido está babando e já contaminou os demais da matilha; já os rábulas do STF dizem que o presidente entrou em uma seara que não era dele, e sim do judiciário (quem mesmo entrou na seara alheia?). 

O MDB reagiu à publicação de Bolsonaro; o partido considera “lamentável que o atual presidente ignore o princípio fundamental da República que preza pela harmonia e a independência entre os poderes. O MDB defende mais equilíbrio e menos lacração. Onde estavam os emedebistas quando rábulas do STF desmoralizaram toda a estrutura do judiciário, soltando bandidos julgados e condenados, inclusive traficantes? Bolsonaro afirmou que não mais cumpriria decisões do ministro Alexandre de Moraes do STF. “Ou o chefe desse poder enquadra o Alexandre de Moraes, ou esse poder pode sofrer aquilo que nós não queremos”.

Como não poderia deixar de aparecer, o partido Rede Sustentabilidade recorreu ao Supremo contra o perdão dado pelo presidente Jair Bolsonaro ao deputado Daniel Silveira, do PTB do Rio de Janeiro. Caberá ao STF analisar se o perdão é constitucional. Será que os rábulas do STF terão coragem de bater de frente a quem pensaram que estava amedrontado, e aceitaria passivamente todas as mazelas que estavam sendo cometidas,  fora das quatro linhas? Esses políticos  que foram eleitos, enganando os eleitores, tanto fizeram que o povo começou a separar o joio do trigo. 

 As próximas eleições mostrarão quem é que tem o povo ao seu lado. E é bom que os rábulas esqueçam a politica e passem  a cuidar dos inúmeros processos que estão nas prateleiras a espera de julgamento, principalmente aqueles que estavam servindo como moeda de troca, para não serem incomodados, A ONÇA PAROU DE BE -

BER ÁGUA, AGORA VAI A CAÇA DE ABUTRES TOGADOS. 

 

RUY TELLES - Sobradinho.