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  Regras do Blog | Perfil do tpadua 16 de fevereiro de 2019  


11/02/2019
CPI Lava-Toga - Jorge Serrão

Jorge Serrão

É mais fácil um integrante do STF passar pelo buraco de uma agulha que o Senado reunir assinaturas suficientes para a instauração da CPI Lava Toga. No entanto, é recomendável não subestimar o grau de insatisfação da população brasileira com o Judiciário. A bronca pode gerar uma pressão tão grande que acabe forçando os parlamentares e partirem para uma “retaliação” contra os integrantes dos tribunais superiores (STF e STJ).

No texto do requerimento que pede a abertura da CPI, o senador Delegado Alessandro Vieira toca em um ponto que junta a insatisfação popular com a dos políticos (ultimamente alvos fáceis da máquina judasciária - polícia judiciária, ministério público e magistratura): “Não deveria haver lugares para ideologias, paixões ou vontades no Judiciário, contudo, fato é que o País tem testemunhado com preocupante frequência a prevalência de decisões judiciais movidas por indisfarçável ativismo político, muitas vezes ao arrepio da própria Constituição”.

O risco da CPI deve ter devolvido o ministro Dias Toffoli ao seu plano inicial antes da posse de Jair Bolsonaro. A intenção dele era intermediar um pacto nacional republicano com os chefes dos demais poderes para construir um caminho que garanta a aprovação de reformas. O pacto também reduziria a tensão na guerra de todos contra todos os poderes. O plano pareceu interrompido por uma vacilada na judicialização que ajudaria a eleger Renan Calheiros presidente do Senado. Como deu tudo errado, agora Toffoli tenta retomar o caminho inicial...

O Mecanismo não quer a CPI Lava Toga. Dificilmente, ela sairá. Porém, ficou a forte ameaça. Os 11 do STF e os 33 do STJ, se não estão apavorados, ao menos parecem apreensivos. Afinal, vale aquela máxima de que CPI todo mundo sabe como começa, mas nunca se consegue prever de que jeito (geralmente desastroso) pode terminar. É justamente por isso que a maioria dos 44 ministros dos tribunais superiores farão o que puderem, nos bastidores, para a idéia nascer morta.

Teremos pressão popular suficiente para forçar a CPI? Por enquanto, a resposta mais provável é: Não... Um Não rotundo... No entanto, até outro dia, quem poderia imaginar que Renan Calheiros (favorito dos picaretas e quase tolerado por alguns membros do governo) seria forçado a retirar sua candidatura à Presidência do Senado? As coisas andam imprevisíveis na Repúbliqueta Capimunista de Bruzundanga.

Não dá para viver em um País sem Justiça. Por isso, não se deve avacalhar com o Judiciário. No entanto, se tal poder não se der ao respeito e só agir na base do rigor ou do perdão seletivos, ele só será classificado, pejorativamente, como Judasciário. Isto não interessa ao Brasil que votou por mudanças estruturais e reformas na eleição passada.

O Brasil está em ritmo de mudar ou mudar. Se os membros da máquina Judiciário não entenderem tal necessidade, vão acabar na máquina de lavar da História. A mesma tendência vale para a cúpula da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). A guerra de todos conta todos tende a não poupar ninguém que esteja muito errado ou em conluio descarado com o Mecanismo do Crime Organizado...




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