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  Regras do Blog | Perfil do tpadua 17 de novembro de 2018  


10/09/2018
O risco do mais do mesmo após a eleição - Jorge Serrão

Não adianta esperar por “Diálogo Civilizado” durante a campanha eleitoreira em um País estruturalmente ignorante, corrupto e sob hegemonia do Crime Institucionalizado. Democracia aqui não existe. É mera retórica de discurso. Democracia é a Segurança do Direito, através do exercício da razão pública. Não temos segurança legal, Jurídica, nem judiciária. Reina a insegurança individual, política, econômica. O Crime comanda a Oclocracia.

No entanto, o tal “Diálogo Civilizado” será essencial, depois que o resultado final da eleição presidencial for conhecido oficialmente. Não importa quem seja o Presidente eleito, ele já sabe que terá imensa dificuldade de governabilidade. Os extremismos ideológicos não vão perder o fôlego. Muito pelo contrário: tendem a se acirrar. A intolerância, a violência e a corrupção não vão se reduzir por mero decreto presidencial. A reduzida renovação parlamentar (muito provável de acontecer) tende a dificultar o relacionamento político.

O velho presidencialismo de Coalizão tende a provocar muita colisão. O esquema criminoso em vigor não quer as mudanças estruturais que a maioria da população exige. O discurso marketeiro de quase todos os 13 candidatos presidenciais tem a palavra “Mudança” ou suas variações. Evoluir do discurso propagandístico para a vida real não será um processo fácil, muito menos pacífico. Não bastará a vontade do dirigente eleito. Ele tende a ser um grande fantoche do Mecanismo inalterado.

Será difícil lidar com os interesses conflitantes e divergentes dos políticos ladrões, dos narcotraficantes, dos rentistas vagabundos, dos idiotas ideológicos, dos intelectuais falsificados, da mídia amestrada e do povo que ama depender da máquina estatal. Mais complicado ainda será negociar com o verdadeiro poder “controlador” dos personagens citados anteriormente. Todos eles querem que tudo fique do mesmo ‘jeitinho” como sempre esteve, apenas com ligeiras modificações que transmitam uma falsa noção de que o ordenamento social foi alterado (supostamente para melhor).

Será missão quase impossível construir algum consenso a favor de um projeto democrático de Nação. Os inimigos da Pátria parecem longe de perder a hegemonia. A influência maléfica dos canalhas no processo político e econômico dificulta e impede a união patriótica fundamental para colocar o Brasil no caminho do verdadeiro desenvolvimento. Isto só poderá ser quebrado por um processo de Intervenção Democrática. O enrosco é: sem educação, corrupta e violenta, a maioria da população brasileira não tem capacidade de assumir um compromisso democrático. Mais fácil é acabar seduzida por qualquer ditadura, na qual um líder ganha ou impõe delegação para supostamente resolver o problema que o “cidadão” não quer ou não se sente capaz de solucionar.

Perdão pela crua análise pessimista. A eleição pouco ou nada resolverá. Os eleitos apenas terão a ilusão de poder. Alguns resolverão seus próprios problemas. Aqueles que desejam mudanças verdadeiras (eles existem) sofrerão dura oposição. Os mais fracos serão rapidamente abduzidos pelo Sistema. Os mais fortes, se atrapalharem demais, serão sabotados e podem acabar exterminados pelo Mecanismo. Como de mal hábito, o povo assistirá a tudo, bestificado, impotente. Quem sobreviver verá...

Resumindo: É altíssimo o risco do mais do mesmo após o resultado final da Eleição 2018 – ainda sem voto distrital e sem conferência física, impressa, do voto eletrônico, simplesmente porque a tal “Justiça Eleitoral” não quis cumprir a Lei do Voto Impresso que o Congresso Nacional aprovou e o Presidente da República sancionou.

 

As pessoas de bem farão o máximo para escolher os melhores – ou os menos piores – candidatos. No entanto, o Mecanismo garantirá a eleição dos canalhas. Entendeu por que tanto bandido comemorou a facada no Bolsonaro e no sonho democrático?

Eu não quero o mais do mesmo depois da eleição. Você quer?  




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