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  Regras do Blog | Perfil do tpadua 23 de outubro de 2018  


02/06/2018
Saída de Parente é velório de Temer - Jorge Serrão

A próxima presidente da Petrobrás deveria ser a Marcela Temer. Seria o único jeitinho de deixar a coisa bonita na empresa. No momento, a coisa está pra lá de feia com o pedido de demissão de Pedro Parente anunciada após uma tensa reunião matutina com Michel Temer, em Brasília. PP perde nada com a saída, porque tem mais o que fazer na B3, na BRF ou na sociedades com o banco JP Morgan e até com gente poderosa e mais famosa... A única certeza do momento é que a saída de parente significa o velório de Temer. O resto é especulação.

O Conselho de Administração da estatal de economia mista terá de escolher um “interino” que já entra na fogueira de São João abastecida com combustível reajustado conforme preços do mercado internacional. Um boato de matar qualquer investidor de rir falava no nome do economista José Serra – um tucano que anda meio escondido com medo de denúncias de corrupção.

Efeito imediato da saída de PP. As negociações de ações da Petrobrás estão suspensas na Bolsa. Em plena sexta-feira de ponto facultativo, a B3 foi forçada a acionar o “Circuit Braker”. Mas o curto circuito pode acontecer nos negócios da empresa. Com Parente fora, já se especula que a arbitragem bilionária movida pelo advogado Modesto Carvalhosa, e que teve poderosa adesão dos fundos e poderosos investidores do mercado, pode ficar ameaçada.

Também fica em dúvida sobre a persistência da política de preços da Petrobras – da qual Parente se orgulhava de cumprir, em meio ao eterno conflito de interesses entre o governo da União (controladora da empresa) e a política de governança de mercado da petrolífera. Outra tendência é que a política de “Privatização” da empresa em “fatias” sofra um revés. A saída de PP é mais uma vitória da petelândia e demais bandidos assemelhados que detonaram os cofres e a credibilidade da Petrobras.

Aliás, já passou da hora de a sociedade brasileira dar uma parada séria para discutir o esgotamento do modelo Capimunista. Vamos seguir com o esquema de 156 estatais ou vamos definir o que é mais racional fazer com Petrobrás, Eletrobrás e outras Brás (algumas lucrativas e estratégicas, e muitas deficitárias e sem necessidade de pertencer à União). A certeza é que o governo de um sistema estatal criminoso não pode controlar empresas...

Saideira

A carta de saideira de Pedro Parente não traz novidade alguma sobre o que realmente lhe levou a pedir demissão – exceto no antepenúltimo parágrafo (em negrito):

Quando Vossa Excelência me estendeu o honroso convite para ser presidente da Petrobras, conversamos longamente sobre a minha visão de como poderia trabalhar para recuperar a empresa, que passava por graves dificuldades, sem aportes de capital do Tesouro, que na ocasião se mencionava ser indispensável e da ordem de dezenas de bilhões de reais.

Vossa Excelência concordou inteiramente com a minha visão e me concedeu a autonomia necessária para levar a cabo tão difícil missão.

Durante o período em que fui presidente da empresa, contei com o pleno apoio de seu Conselho. A trajetória da Petrobras nesse período foi acompanhada de perto pela imprensa, pela opinião pública, e por seus investidores e acionistas. Os resultados obtidos revelam o acerto do conjunto das medidas que adotamos, que vão muito além da política de preços.

Faço um julgamento sereno de meu desempenho, e me sinto autorizado a dizer que o que prometi, foi entregue, graças ao trabalho abnegado de um time de executivos, gerentes e o apoio de uma grande parte da força de trabalho da empresa, sempre, repito, com o decidido apoio de seu Conselho.

A Petrobras é hoje uma empresa com reputação recuperada, indicadores de segurança em linha com as melhores empresas do setor, resultados financeiros muito positivos, como demonstrado pelo último resultado divulgado, dívida em franca trajetória de redução e um planejamento estratégico que tem se mostrado capaz de fazer a empresa investir de forma responsável e duradoura, gerando empregos e riqueza para o nosso país. E isso tudo sem qualquer aporte de capital do Tesouro Nacional, conforme nossa conversa inicial. Me parece, assim, que as bases de uma trajetória virtuosa para a Petrobras estão lançadas.

A greve dos caminhoneiros e suas graves consequências para a vida do País desencadearam um intenso e por vezes emocional debate sobre as origens dessa crise e colocaram a política de preços da Petrobras sob intenso questionamento. Poucos conseguem enxergar que ela reflete choques que alcançaram a economia global, com seus efeitos no País. Movimentos na cotação do petróleo e do câmbio elevaram os preços dos derivados, magnificaram as distorções de tributação no setor e levaram o governo a buscar alternativas para a solução da greve, definindo-se pela concessão de subvenção ao consumidor de diesel.

Tenho refletido muito sobre tudo o que aconteceu. Está claro, Sr. Presidente, que novas discussões serão necessárias. E, diante deste quadro fica claro que a e de contribuir para a construçãminha permanência na presidencia da Petrobras deixou de ser positivao das alternativas que o governo tem pela frente. Sempre procurei demonstrar, em minha trajetória na vida pública que, acima de tudo, meu compromisso é com o bem público. Não tenho qualquer apego a cargos ou posições e não serei um empecilho para que essas alternativas sejam discutidas.

Sendo assim, por meio desta carta, apresento meu pedido de demissão do cargo de Presidente da Petrobras, em caráter irrevogável e irretratável. Coloco-me à disposição para fazer a transição pelo período necessário para aquele que vier a me substituir.

Vossa Excelência tem sido impecável na visão de gestão profissional da Petrobras. Permita-me, Sr. Presidente, registrar a minha sugestão de que, para continuar com essa histórica contribuição para a empresa — que foi nesse período gerida sem qualquer interferência política — Vossa Excelência se apoie nas regras corporativas, que tanto foram aperfeiçoadas nesses dois anos, e na contribuição do Conselho de Administração para a escolha do novo presidente da Petrobras.

A poucos brasileiros foi dada a honra de presidir a Petrobras. Tenho plena consciência disso e sou muito grato a que, por um período de dois anos, essa honra única me tenha sido conferida por Vossa Excelência.

Quero finalmente registrar o meu agradecimento ao Conselho de Administração, meus colegas da Diretoria Executiva, minha equipe de apoio direto, os demais gestores da empresa e toda força de trabalho que fazem a Petrobras ser a grande empresa que é, orgulho de todos os brasileiros.

Tradução básica: Parente já deixou um substituto indicado para Temer. Se o Presidente vai acatar é com ele mesmo, Roberto Carlos e as baleias azuis..




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