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  Regras do Blog | Perfil do tpadua 17 de dezembro de 2017  


29/11/2017
Sejam gentis - Luiz Fenando Veríssimo

Mulheres podem comemorar uma história de progresso social e político estonteante

As mulheres têm todas as razões para se queixarem da prepotência masculina, da discriminação no mercado de trabalho, da violência sexual – enfim, de tudo que ainda precisam aturar num mundo dominado por esse primata insensível, o homem. Mas as mulheres também podem comemorar uma história de progresso social e político estonteante, como o mundo nunca viu igual. Se elas fossem uma nação, seu feito equivaleria a passar de uma Namíbia a uma Espanha num século, e só não seriam um Canadá porque ainda têm muito que conquistar. Se fossem uma espécie, em vez de metade de uma espécie, sua evolução equivaleria a passar da idade da pedra à idade do Pentium em 100 anos, um pulo sem precedentes na História. 

 No começo do século, mulher não votava em nenhum lugar do mundo. Fora o trabalho manual em certas indústrias, em muitos casos semiescravo, não exerciam nenhuma profissão além das tradicionalmente femininas. Ainda na metade do século passado, no Brasil e em boa parte do mundo, eram raríssimas as médicas. Hoje, em qualquer formatura de Medicina, há duas mulheres para cada homem. Na arquitetura, a mesma coisa. No Direito, acho que empata.

Ainda há bolsões de resistência masculina, como a Engenharia, mas não por muito tempo. No Jornalismo, homens já são vistos com uma certa estranheza nas redações e devem estar dispostos e ouvir piadas e expressões de dúvidas sobre a sua inteligência e capacidade. Ainda detêm a maioria dos cargos de chefia, mas cada vez mais isso parece um estratagema para mantê-los onde podem ser vistos, longe do que interessa. Há quem diga que, em breve, a única atividade exclusivamente masculina no mundo será a de drag queen. 

Não admira que se estejam fazendo experiências com métodos de inseminação que dispensam o espermatozoide. Do jeito que vão, as mulheres não demorarão a decidir que homens simplesmente não servem para a reprodução, pois seus genes molengas apenas as atrasariam. Precisarão de genes com o mesmo ânimo dos seus. Seus próprios genes, se não aparecer coisa melhor. Em pouco tempo, transar com homem será considerado bestialismo: sexo com animais inferiores. E só poderemos esperar que, daqui a alguns anos, quando fizerem a retrospectiva deste seu espantoso avanço em menos de um século, elas dediquem algumas linhas a nós, a nação vencida. E que sejam gentis.Encaminhaod por Antonio Santana.




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