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  Regras do Blog | Perfil do tpadua 15 de agosto de 2018  


13/06/2018
Lançamento do CD Amor Caipirano

O músico Carlos Pascoal estará lançando o seu primeiro CD sob título Amor Caipirano. Este CD faz parte de um antigo sonho de mais de trinta anos. Conta com a participação do parceiro, o poeta Gilberto Diener, letrista, além de músicas dos compositores José Alencar e Orlando Sousa. Acompanham o músico Carlos Pascoal, Alberto Valério (violão), Patrícia Pederiva (violoncelo), Clinaura Macêdo (violino) e Sue Meire Everton (flauta transversal) e Giselle Sprovieri (vocal),

 A ilustração da capa foi criada pelo artista plástico Jean Bonvakiades (capa). A montagem da capa tem a criação do publicitário e artista plástico Ralfe Braga. Este projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura – FAC.

O evento de lançamento será no dia 29 de junho deste ano, a partir das 10:00 horas, na Biblioteca Rui Barbosa -  Quadra 4 - Sobradinho – DF.   Esse evento contará com a participação de 150 alunos, especialmente, convidados.

Amor Caipirano

O álbum “Amor Caipirano”, de Carlos Pascoal e Gilberto Diener, apresenta canções que reverberam como pedras preciosas encontradas pelas mãos rudes de velhos sonhadores. “Amor Caipirano” é um sonho feito de música que reluz na neblina da manhã, tal como a chuva que cai na tarde sem fim. As canções que o compõem foram criadas entre 1970 e 1980, época em que o país viveu momentos violentos e de intensa repressão cultural.

Nos bastidores, conta-se que, durante esse período, Carlos Pascoal e Gilberto Diener, além de José Alencar e Orlando Souza, seus amigos compositores, reuniam-se “clandestinamente”, em uma tal “Casa dos Sonhos”, para conversar sobre a situação do país e escrever poesia. Lá, varavam noites criando e tocando suas canções.

Os amigos da “Casa dos Sonhos” também tinham um “pacto”, que era seguido à risca: semanalmente, cada um deveria apresentar uma nova música ao restante do grupo. Desse pacto, surgiram várias canções, tais como as que são apresentadas neste álbum.

Agora, passadas mais de três décadas, Carlos Pascoal e Gilberto Diener reúnem seus amigos músicos de longa data, como Lenine Santos, Giselle Sprovieri, Patrícia Pederiva, Clinaura Macêdo e Sue Meire Everton, e nos surpreendem com a grande sensibilidade poética do álbum “Amor Caipirano”,  que canta os mistérios da alma, do amor e da natureza.

Sobre o compositor

 Carlos Pascoal, músico, nasceu em Ceres, cidade do Estado de Goiás, em 11de abril de 1954. Em 1960, a família desse músico mudou-se para Taguatinga, cidade-satélite de Brasília. As ruas poeirentas, os antigos armazéns do mercado norte, as matinês no Cine Paranoá e os circos mambembes fazem parte da lembrança de infância do menino que viveu os primeiros anos de vida na cidade satélite.

O contato com natureza era inevitável, caçando frutas no cerrado e tomando banho de poço na “Matinha Encantada”, lugar de sonho e magia. O interesse pela música surgiu nesse tempo, quando era possível ouvir músicas tocadas pelos sanfoneiros cegos nas feiras, nos alto-falantes espalhados pelas ruas, no rádio ou nos corais de igreja.

Dentre muitos trabalhos na área da música, destacam-se: a gravação da canção autoral Atrás da Cortina, em parceria com o músico Lino (1973- Matuskela); o show Estreito do Tabocal, no Verão Funarte, em 1985; o show poético musical para o lançamento do livro Amor Caipirano, do poeta Gilberto Diener, em 1986; o show poético musical Amor Caipirano, realizado no Teatro da Praça, em Taguatinga, em 1987; o show poético musical Lendas da Matinha Encantada, no Verão Funarte, em 1988; a participação no espetáculo da cantora chilena Elga Pérez-Laborde, produzido para o centenário do poeta chileno Pablo Neruda, no projeto Rodas de Leitura do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB-Brasília), em 2004.

Sobre o letrista

Gilberto Diener, poeta e escritor, nasceu na fazenda Itajá, localizada no município de Goianésia, no Estado de Goiás (GO), no dia 20 de novembro de 1955. Da fazenda Itajá, sua família mudou-se para a cidade de Anápolis (GO), em busca de melhor oportunidade de estudo para os irmãos mais velhos.

Em 1958, seu pai parte em direção à Brasília para ajudar na construção da futura capital do país. Em 1960, o restante da família vem para Brasília, mais especificamente, para um acampamento, moradia dos pioneiros candangos, construtores da nova capital.

Brasília era uma região de natureza exuberante, com uma luz intensa que iluminava a vegetação nativa de cerrado e matas, até então intocada. Era para ela que as famílias de operários, vindas de outros cantos geográficos do país, migravam.

Na cantina de sua mãe, os trabalhadores se reuniam para contar histórias e acontecidos. As conversas varavam noites adentro, estreladas ou de chuvas intensas. Saudade de familiares ou de um amor que ficou para trás, era isso o que mais se ouvia.

Esse foi o cenário perfeito para Gilberto Diener escrever os livros de poemas “Amor Caipirano” (1985) e “Chuva Grande” (2016), além dos seus nove livros de literatura infantojuvenil que compõem a coleção O Molequinho Perê e a Incrível Turma do Fuá, publicados entre os anos de 1998 e 2017.




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